segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Maestro Fred Marroquim

Maestro Fred Marroquim
  • O maestro compositor, regente e pianista alagoano que chegou em Teresina nos inicio dos anos 80 do sec. XX para ficar em definitivo em nosso meio, é uma figura muito respeitada, carismatica e cheia de alegria. Ao chegar em Teresina ajudou a reestruturar o coral do ETFPI sendo seu regente titular desde então. A história deste grande maestro brasileiro, sua infância e juventude desde os primeiros passos no mundo da música e à transição gradual do domínio do instrumento - o piano - para carreira de regente é o que você acompanha agora no texto abaixo.

Nasceu em Maceió, em 1946. Aos cinco anos inicia seus estudos de piano com Lulne Medeiros e Hilda Calheiros. Filho de compositor e pianista, o ambiente familiar culto o desenvolve sobremaneira. Aos 16 anos vai estudar em Salvador-Ba. nos Seminários Livres de Música da UFBA, sob a tutela do professor suíço Pierre Klose. Segue para o Rio de Janeiro, onde se inscreve na Proarte, na classe de Heitor Alimonda. Posteriormente Íris Bianchi e Arnaldo Estrela o orientam, além de aulas teóricas com Ester Scliar. Começam aí seus concertos públicos.

De volta à Bahia, Fernando Lopes é seu mestre, além de Ernest Widmer e Sebastian Benda. É colega dos músicos Jamary Oliveira, Lindembergue Cardoso e Marco Antonio Guimarães. Começa a reger e participar de corais. Volta a Maceió para dirigir o DCC (Departamento de Ciência e Cultura) do governo do Estado, quando promove intensa atividade artística na cidade. Forma-se em piano pela UECE de Fortaleza, e radica-se em Teresina, Piauí, à convite da ETFPI (atual CEFET) para reger o Coral daquela escola. Cria e rege o Madrigal “Ars Antiqva”, o Coral do Cristo Rei, o Coral da AGESPISA, TELEPISA, além do Coral SELOENCANTO, dos Correios.

  • Representa o Piauí em cinco FEMACO (Festival Maranhense de Coros) e participa de encontros FUNARTE de Regência Coral em Brasília, Vitória e Londrina. Rege em Belo Horizonte e Maceió, além de Anápolis, onde também é jurado do V Concurso Nacional de Piano “Orestes Farinello” ao lado de Volga Lena e Eudóxia de Barros.

Participa de inúmeros concertos acompanhando Maristela Gruber, Lindaura Carvalho e Raimundo Pereira. Agraciado com a medalha “Conselheiro Saraiva” da Prefeitura de Teresina, pelos serviços musicais prestados à cidade, é, além de Regente do Coral do CEFET, professor de História da Música, Piano, Percepção musical, Prosódia e Etnomusicologia do Curso Técnico em Música do CEFET – PI.

  • É arranjador de YANTRA, banco de partituras sediado no Rio de Janeiro. É compositor e teve músicas gravadas em CD na Rússia pela soprano Elena Obraztsova, e tem em Maristela Gruber sua grande divulgadora na Espanha. Grava, ainda em 2004, CD com obras de Mário Marroquim, seu pai.

No CEFET, em convênio com a Secretaria de Educação do Estado, desenvolve um projeto de recitais didáticos, tendo feito 16 recitais em 2003, atingindo mais de dois mil alunos da rede estadual de ensino. O projeto “Música e Juventude” prossegue em 2004, sempre às sextas-feiras pela manhã, no auditório do CEFET. Atualmente Frederico Marroquim e Caio Michel Cardoso da Silva, jovem violoncelista, formam o” Duo Camerístico Allegro Giusto”, com repertório erudito e popular, tendo se apresentado por diversas vezes em Teresina, Floriano e Picos.

  • Em 2010, o duo, que já tem mais de dois anos de existência, tem projeto para tocar em diversos colégios da capital, na tentativa de formação de público consciente e crítico, além de descobrir entre os jovens novos talentos.

Vidéo com apresentação do "Duo Camerístico Allegro Giusto" de Teresina, Piauí, formado por Caio Michel Cardoso , cello, e ao piano Frederico Marroquim. O grupo apresenta "Concertino" de J.B.Brèval, grande pedagogo e violoncelista francês.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Raimundo Pereira - Cantor Lírico


Raimundo Pereira - Cantor Lírico
  • RAIMUNDO PEREIRA, cantor lírico, nascido em 04/10/1960 na cidade de José de Freitas, Estado do Piauí, se destacou quando o assunto era música. Quando criança participava de todos os concursos para melhor intérprete, onde foi sempre o vencedor. De lá para cá, sempre foi atração.

Transferiu-se para Teresina em 1978, para estudar na Escola Técnica Federal do Piauí, curso de contabilidade. Neste ano ingressou no coral da escola. Fez sua primeira viagem para Belém do Pará. Um ano depois cantou no Coral Nossa senhora do Amparo, onde conheceu o maestro Reginaldo Carvalho, descobridor de seu timbre de voz peculiar. Em 1982, participando do curso de regência na Universidade Federal do Piauí, veio ao Rio de Janeiro, saiu daqui embevecido e quase autodidaticamente, passou a estudar canto lírico.

Fez seu recital debut no Theatro 4 de Setembro, em Teresina, em 10/11/84 privilegiando a música brasileira e piauiense. Fez diversos recitais nas principais capitais brasileiras, como Brasília, Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Vitória, Salvador, Maceió, Recife, Fortaleza, São Luiz e Manaus.

Transferiu-se definitivamente para o Rio de Janeiro em 1990, para estágio no coro do Teatro Municipal. Atuou no Projeto Riomania, na Associação Comercial do Rio de Janeiro; movimentou a Confeitaria Colombo com animados saraus. Fundou o Lyric Quartel, grupo formado por cantores líricos que popularizaram a ópera nas diversas esferas da sociedade, com reconhecimento dos mais bem conceituados críticos do assunto.
  • Raimundo Pereira, faleceu em 09/10/2006 na cidade do Rio de Janeiro onde além de cantar, também militava há mais de 15 anos no movimento GLBT carioca. Em 1992, participou com outros ativistas gays na Eco 92 e na organização da primeira parada do Orgulho GLBT do Rio.

Orquestra Sinfônica de Teresina

Orquestra Sinfônica de Teresina
  • A Orquestra Sinfônica de Teresina foi criada em 1993, na época ainda de Câmara, teve como primeiro diretor didático-pedagógico o maestro Emmanuel Coelho Maciel. Preenchendo um espaço importante na cidade, começou preparando 25 jovens bolsistas junto às comunidades menos favorecidas, dos quais 16 nunca haviam estudado música. Esses jovens se dispuseram ao aprendizado da arte de tocar instrumentos de cordas friccionadas: o violino, a viola, o violoncelo e o contrabaixo. Posteriormente, foram acrescentados instrumentos de sopro e percussão.

A primeira apresentação da Orquestra aconteceu durante as comemorações dos 141 anos da capital piauiense. Estava lançada a semente que cresceu e passou a produzir muitos e valiosos frutos. Desde então, muitos convites foram atendidos para participar de diversas solenidades e eventos culturais, sempre realizando apresentações que tiveram excelente repercussão nos meios artístico e político-cultural da comunidade piauiense. Oito anos depois o maestro Aurélio Melo assumiu a regência e direção da Orquestra, ampliando suas atividades e seu repertório, dando-lhe o estímulo necessário para seu crescimento, sendo responsável por sua administração e regência até a presente data.

Em 2005 criou-se a Associação dos Amigos da Orquestra de Câmera de Teresina, que apresentou um projeto de ampliação e reestruturação da Orquestra. O projeto foi completamente aprovado pelos Correios e logo foi repassado os recursos que foram usados para pagamento dos músicos e compras de novos instrumentos como trompa, fagote, oboé, timpano, violinos entre outros que a OCT ainda não possuia, tendo com isso, a composição de uma orquestra maior que assim se fez chamar-se Orquestra Filarmônica do Piauí por dois anos. No dia 8 de junho de 2007 o prefeito Silvio Mendes assinou um decreto de mudança do nome Orquestra Filarmônica para Orquestra Sinfônica de Teresina, assim chamada até hoje.

  • Atualmente a Orquestra Sinfônica de Teresina é uma referência quando se fala de música instrumental no Estado, tendo se tornado uma presença fundamental e indispensável nos grandes eventuais culturais.

Video Documentario sobre a Orquestra Sinfonica de Teresina Feito por Felipe Poty, Irina, Livia e Naruna,alunos de Jornalismo da UFPI.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

OMB-PI homenageia Músicos

Maestro Isácio (PMPI), recebendo o seu diploma do Presidente da OMB-Pi - Edino Neiva
  • Na homenagem que prestou aos músicos e pessoas outras que colaboram para o desenvolvimento do setor, a Ordem dos Músicos do Brasil - secção do Piauí, sob a coordenação do seu presidente, Edino Neiva, proporcionou, antes de tudo, o reencontro entre valores que o corre-corre da vida se encarrega de separar.
Maestro Edino Neiva (OMB-PI), ao lado de Sônia Terra (FUNDAC) homenageiam o Maestro Fred Morroquim

maestro Rocha (PMPI), ao lado do maestro Eraldo Lopes (CEFET-PI) exibe diploma que recebeu da OMB-Pi

  • A Ordem dos Músicos do Brasil - secção do Piauí, sob a coordenação do seu presidente, Edino Neiva, está investindo na valorização dos músicos e resgatando valores esquecidos.
Foi possível juntar a velha guarda e os mais jovens, os que vivem exclusivamente da noite e os que atuam no ensino ou nos grupos mais eruditos, sem perder de vista o profissionalismo. Intérpretes mais à distância da mídia desfilaram com sobriedade, recebendo aplausos carinhosos dos próprios colegas, eis que a platéia era formada, basicamente, por músicos.


Edino Neiva (Presidente da OMBPI) entrega diploma ao músico Rubeni Miranda (à direita).

Era perceptível o contentamento de velhos amantes da música, como o pai do prefeito Sílvio Mendes, Silvio Mendes de Carvalho, ao aplaudir o jovem saxofonista Caio Mesquita, o ex-prefeito de Altos, José Gil Barbosa e do escritor William Palha Dias, este assistindo o neto Saulo Du Gado receber o diploma de honra ao mérito.
  • O respeito dos profissionais para com a pianista Dourila Carvalho foi demonstrado em calorosa salva de palmas. Enfim, o encontro dos músicos proporcionado pela OMB-PI foi um acontecimento marcante, mostrando que aquela velha impressão de que o músico só sabe falar mal do colega não tem consistência. No fundo, no fundo, o que falta aos músicos são maiores oportunidades de congraçamento.
Matéria da Tv Cidade Verde realizada por ocasião da solenidade em homenagem aos músicos organizada pela OMB-Pi.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A Arte do Mestre Agenor Abreu

Mestre Agenor Abreu

  • Há mais de vinte anos ele começou suas pesquisas junto com o professor Noé Mendes (in memorian), visitando comunidades do interior onde as tradições ainda eram mantidas, por obra e graça dos mais velhos e com estes fazer um registro das cantigas do folclore do Piauí. O mestre Agenor Abreu é músico, tocador de pífano, sanfoneiro, professor e pesquisador de larga experiência, que vêm prestando um grande trabalho em favor de nossa cultura popular.

Ao realizar sua pesquisa folclorica, o Mestre Agenor ouviu histórias, aprendeu músicas, aprendeu danças e sentiu que tinha a missão de passar isso pra frente, revelar ao mundo o que restava de uma das mais importantes manifestações folclóricas e culturais do nosso País.

No povoado Cruzes, interior de Curralinhos, no interior do Piauí, Agenor encontrou Diolino, Louro Preto, Zefinha do Louro, Chico Honório, Macimino, Dona Sinêga, Luís Roque, Zé de Deus, Abdião das Cruzes, Zé Lázaro, João Princesa e Zé Teófilo, que contaram em detalhes e mostraram com cantos e danças como se fazia Reisado, Baião Sapateado, Pisa na Fulô, Roda de São Benedito e Roda de São Gonçalo.

  • "Eles já eram bem velhinhos, mas era uma animação danada quando eu chegava com a sanfona. Queriam logo ir pro terreiro para dançar e fazer a cantoria. Só tenho a agradecer a generosidade com que me passaram toda a história, e me sinto privilegiado por ter conseguido os depoimentos porque todas essas pessoas já morreram nestes quase dez anos, desde que eu comecei a pesquisar".

Em paralelo aos seus trabalhos de pesquisas, Agenor também vem desenvolvendo um trabalho de músicalização com crianças em risco social na região do bairro Agua Mineral da cidade de Teresina. O trabalho começou ser desenvolvido ainda na década de 80, com o apóio de amigos e colaboradores, dentre eles não poderiamos deixar de citar a figura do mestre Zozinha (in memorian), que juntamente com o mestre Agenor montaram a escola de música Musarte naquela região carente da cidade.

Mestre Zozinha com grupo de crianças [1989]

Dentre os diversos instrumentos de musicalização utilizados na Escola de Música do Mestre Agenor, o Pifano tornou se sua principal referencia vindo, com apóio da Prefeitura de Teresina, criar a Banda de Pifano da Cidade de Teresina, que é uma referencia da região.

Hoje os trabalhos desenvolvido na Escola de Música Musarte do Professor Agenor no Bairro Agua Mineral, extrapolaram os limites da arte musical e everendam pelo caminho da dança. As pesquisas do mestre Agenor, possibilitaram também a criação do Grupo de Dança Folclorica "Dandiê" que trabalha com pesquisa de danças regionais e tem a coordenação da filha do mestre que faz organização das coreografias e figurino. Todo os trabalhos desenvolvido na MUSARTE tem como objetivo resgatar as nossas riquezas da cultura popular.

  • Vidéo apresentação do Grupo Dandiê que trabalha com pesquisas de danças regionais do Estado do Piauí.

Festival de Bandas de Teresina


  • O Festival de Bandas de Teresina reune há mais de vinte anos no teatro de arena, na praça da bandeira, centro de Teresina, durante a semana da música no mês de novembro, as bandas de músicas civis e militares, amadoras e profissionais da cidade de Teresina e região para três dias de troca de experiência entre as diferentes gerações de músicos que aqui se apresentarão com suas bandas.


Expressando a magia e o encanto pela música a Prefeitura Municipal de Teresina através da Fundação Cultural Monsenhor Chaves promove anualmente o "FESTIVAL DE BANDAS DE TERESINA". O evento que não tem caráter competitivo, é uma amostra musical e um momento de congraçamento e intercâmbio entre os diversos grupos tradicionais participantes.

O Festival de Bandas de Teresina, em todas suas edições realizadas até hoje tem sido uma mostra musical que une o tradicional e o inovador com a participação de bandas de músicas locais e convidadas de outros municípios e outros estados. Um verdadeiro resgate da cultura e da tradição das bandas de música no Piauí e em nossa região.


  • O Festival de Bandas de Teresina tem uma grande significação para a música instrumental da nossa região. É um palco para revelações de grandes talentos musicais para a nossa cidade; é um espaço democrático onde se pode ouvir desde o sopro dos jovens músicos iniciantes das bandas escolas até a técnica apurada daqueles que são as referencias nas bandas de músicas profissionais.

  • Vidéo realizado por ocasição do I Campeonato de Bandas do Estado do Piauí realizado em 2008. A Banda Escola Reginaldo Carvalho apresentou-se sob a regência da maestrina Emyllia Santos.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Maestro José Antonio Nascimento


Maestro José Antonio Nascimento
  • O maestro José Antonio da Silva Nascimento, natural de Canavieiras, Bahia, é bacharel em Jornalismo pela UNICEUB, licenciado em Música pela UNB e pós-graduado em Capacitação em Docência para o Ensino Superior. Estudou fagote com os professores Jean Pierre Beriloz, Hugo Pestana e Noel Devos. É oficial RR da Força Aérea Brasileira, onde atuou com destaque como músico, sendo responsável pela transformação da Banda de Música da Base Aérea de Brasília em uma Banda Sinfônica.

É professor de música da Rede Oficial de Ensino do Distrito Federal e atual regente da Banda Sinfônica de Sobradinho, DF, primeiro secretário da Confederação Nacional de Bandas e Fanfarras e professor do I Curso de Aperfeiçoamento de professores regentes de bandas da Secretaria de Educação do Distrito Federal.

Um dos trabalhos que atualmente o maestro Nascimento vem desenvolvendo é a coordenação e regência da banda sinfônica de Sobradinho - DF.

  • A Banda Sinfônica de Sobradinho foi criada em 1994 e hoje é formada por 62 integrantes. Entre eles, alunos das escolas púbicas e pessoas da comunidade. O trabalho conta com o apoio do NIEC - Núcleo de Integração Escola Comunidade, da Diretoria Regional de Ensino de Sobradinho. Os ensaios ocorrem no Teatro de Sobradinho e sempre, no final e no meio do ano, são abertas inscrições para aqueles interessados em fazer parte do grupo.

  • O vidéo a seguir é uma entrevista com o maestro Nascimento que fala do trabalho que o mesmo desenvolve a frente da banda sinfônica de Sobradinho - DF .



domingo, 25 de outubro de 2009

Música é Festa; é Competição!


  • Este final de semana estive em Belém - Pa, para participar como jurado do III Campeonato Paraense de Bandas. O evento organizado pela Associação Musical da Amazônia (AMA), que é presidida por Jorge Sales, contou com 52 corporações musicais de vários municipios do Pará que buscavam dentro de diversas categorias, vagas para participar do XVII Campeonato Nacional de Bandas organizado pela Confederação Nacional de Bandas (CNBF).

Quero parabenizar as corporações musicais que participaram deste concurso e desejar boa sorte para as vencedoras que conquistaram a oportunidade de ir mais longe em busca de seus sonhos. Quero também parabenizar aos organizadores desse evento juntamente com todo seu corpo de jurados (Armando, Lobato, Jesus, etc), que juntos, dividimos a responsabilidade de julgar as apresentações das corporações participantes dentro de vários aspectos, conforme prevê o regulamento da competição.

Esse trabalho desenvolvido atualmente pelas associações e federações de bandas brasileiras, prima pela qualidade técnica das bandas e já se refleti no desenvolvimento cultural da música instrumental brasileira. As bandas que participam destas competições têm a preocupação de tocar cada vez melhor exigindo o máximo de seus componentes na busca pela perfeição em suas apresentações. O resultado, é uma melhoria técnica na formação dos jovens músicos que participam deste movimento que estarão mais preparados para o mercado de trabalho.

No Piauí, este trabalho começou desde de 2007 com a criação da Federação de Bandas do Estado do Piauí (FEBEPI), e a realização do I Campeonato de Bandas do Estado do Piauí, realizado em junho de 2008 com o apoio da Prefeitura de Teresina através da Fundação Monsenhor Chaves (FMC) e da Secretaria municipal da Juventude (SEMJUV). O resultado foi excelente, a ponto daquelas pessoas que realmente fazem o movimento de bandas em nosso Estado, compreenderem a sua importancia para sobrevivência da nossa tradição musical.

Agora, novamente, em dezembro de 2009, estamos organizando através da FEBEPI, para os dias 19 e 20, a realização do II Campeonato de Bandas do Estado do Piauí. Desta vez estamos quase sozinhos (sem os apoios), mas não vamos desistir. Reconhecemos que estamos mudando a nossa própria história, basta ver a visibilidade e o respeito que o movimento de bandas do estado do Piauí tem ganhado nos últimos anos dentro do cenário musical regional e nacional.

  • Hoje é bastante notório a melhoria do desenvolvimento técnico dos novos músicos de sopro e percussão disponíveis no mercado musical local.

Sabe quem é o responsável por essa melhoria?

  • Resposta: As nossas BANDAS DE MÚSICA.

As bandas são polos descentralizador de arte e cultura, que deve chegar a todos, cada vez em melhores condições.