quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Maestro José Antonio Nascimento


Maestro José Antonio Nascimento
  • O maestro José Antonio da Silva Nascimento, natural de Canavieiras, Bahia, é bacharel em Jornalismo pela UNICEUB, licenciado em Música pela UNB e pós-graduado em Capacitação em Docência para o Ensino Superior. Estudou fagote com os professores Jean Pierre Beriloz, Hugo Pestana e Noel Devos. É oficial RR da Força Aérea Brasileira, onde atuou com destaque como músico, sendo responsável pela transformação da Banda de Música da Base Aérea de Brasília em uma Banda Sinfônica.

É professor de música da Rede Oficial de Ensino do Distrito Federal e atual regente da Banda Sinfônica de Sobradinho, DF, primeiro secretário da Confederação Nacional de Bandas e Fanfarras e professor do I Curso de Aperfeiçoamento de professores regentes de bandas da Secretaria de Educação do Distrito Federal.

Um dos trabalhos que atualmente o maestro Nascimento vem desenvolvendo é a coordenação e regência da banda sinfônica de Sobradinho - DF.

  • A Banda Sinfônica de Sobradinho foi criada em 1994 e hoje é formada por 62 integrantes. Entre eles, alunos das escolas púbicas e pessoas da comunidade. O trabalho conta com o apoio do NIEC - Núcleo de Integração Escola Comunidade, da Diretoria Regional de Ensino de Sobradinho. Os ensaios ocorrem no Teatro de Sobradinho e sempre, no final e no meio do ano, são abertas inscrições para aqueles interessados em fazer parte do grupo.

  • O vidéo a seguir é uma entrevista com o maestro Nascimento que fala do trabalho que o mesmo desenvolve a frente da banda sinfônica de Sobradinho - DF .



domingo, 25 de outubro de 2009

Música é Festa; é Competição!


  • Este final de semana estive em Belém - Pa, para participar como jurado do III Campeonato Paraense de Bandas. O evento organizado pela Associação Musical da Amazônia (AMA), que é presidida por Jorge Sales, contou com 52 corporações musicais de vários municipios do Pará que buscavam dentro de diversas categorias, vagas para participar do XVII Campeonato Nacional de Bandas organizado pela Confederação Nacional de Bandas (CNBF).

Quero parabenizar as corporações musicais que participaram deste concurso e desejar boa sorte para as vencedoras que conquistaram a oportunidade de ir mais longe em busca de seus sonhos. Quero também parabenizar aos organizadores desse evento juntamente com todo seu corpo de jurados (Armando, Lobato, Jesus, etc), que juntos, dividimos a responsabilidade de julgar as apresentações das corporações participantes dentro de vários aspectos, conforme prevê o regulamento da competição.

Esse trabalho desenvolvido atualmente pelas associações e federações de bandas brasileiras, prima pela qualidade técnica das bandas e já se refleti no desenvolvimento cultural da música instrumental brasileira. As bandas que participam destas competições têm a preocupação de tocar cada vez melhor exigindo o máximo de seus componentes na busca pela perfeição em suas apresentações. O resultado, é uma melhoria técnica na formação dos jovens músicos que participam deste movimento que estarão mais preparados para o mercado de trabalho.

No Piauí, este trabalho começou desde de 2007 com a criação da Federação de Bandas do Estado do Piauí (FEBEPI), e a realização do I Campeonato de Bandas do Estado do Piauí, realizado em junho de 2008 com o apoio da Prefeitura de Teresina através da Fundação Monsenhor Chaves (FMC) e da Secretaria municipal da Juventude (SEMJUV). O resultado foi excelente, a ponto daquelas pessoas que realmente fazem o movimento de bandas em nosso Estado, compreenderem a sua importancia para sobrevivência da nossa tradição musical.

Agora, novamente, em dezembro de 2009, estamos organizando através da FEBEPI, para os dias 19 e 20, a realização do II Campeonato de Bandas do Estado do Piauí. Desta vez estamos quase sozinhos (sem os apoios), mas não vamos desistir. Reconhecemos que estamos mudando a nossa própria história, basta ver a visibilidade e o respeito que o movimento de bandas do estado do Piauí tem ganhado nos últimos anos dentro do cenário musical regional e nacional.

  • Hoje é bastante notório a melhoria do desenvolvimento técnico dos novos músicos de sopro e percussão disponíveis no mercado musical local.

Sabe quem é o responsável por essa melhoria?

  • Resposta: As nossas BANDAS DE MÚSICA.

As bandas são polos descentralizador de arte e cultura, que deve chegar a todos, cada vez em melhores condições.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Banda Sinfônica 16 de Agosto de Teresina

Banda Sinfônica 16 de Agosto

  • Criada em 11 de setembro de 1968 na administração do prefeito Jofre do Rêgo Castelo Branco, com um efetivo de 17 músicos. A banda teve como seu primeiro regente o mestre de banda e militar aposentado da PMPI, o Sr. Jorge Tavares da Silva.
É uma corporação musical por onde já passaram grandes músicos e mestres que prestaram seus serviços contribuindo para o engrandecimento desta briosa banda de música, dentre eles os mestres: Jorge Tavares, seu fundador; Luis Santos, que a conduziu em momentos de glória em festivais nacionais; e João Aguiar Costa mais recentemente. Em sua primeira formação era composta por músicos aposentados da PMPI.
  • Representou o Estado do Piauí em 1977 no Concurso Nacional de Bandas de Música na cidade do Rio de Janeiro organizado pele Rede Globo de Televisão e a FUNARTE. Na oportunidade a era conduzida pelo maestro Luiz Santos. Em 1978 representou novamente o Piauí na cidade de Belém (Pa) em outro festival organizado pele FUNARTE.

Banda 16 de Agosto (foto 1987)
  • Em 2008, ao completar 40 anos de existência, sob a administração municipal do Prefeito Silvio Mendes, do Professor José Reis Pereira na FCMC, direção musical do maestro Antônio Marmos Linhares e coordenação do maestro Rocha Sousa, a banda atinge uma das suas maiores conquistas, ganhando novos instrumentos e novos conceitos de organização. Com a aquisição dos novos instrumentos, a banda passa a ter uma instrumentação de banda sinfônica, estando os naipes das madeiras, dos metais e da percussão representados na sua integridade, totalizando 63 músicos.


Banda de Música da Policia Militar do Piauí

Banda PMPI
  • A instituição Policia Militar do Estado do Piauí foi criada em 1835 e por questões principalmente de orçamento publico disponivel, somente teve efetivado a criação de uma banda de música em seus quadros em 1875 a parti da transformação da banda de música do Internato Artistico da capital (ex-banda Lira dos Educandos Artificies) em banda de música da corporação. Toda tradicão musical de décadas das banda de música civis que lhe antecederam foi incorporada pela Banda da PMPI, o que a faz ter uma relação histórica com a música no Piauí de pelo menos 160 anos de tradição. É uma instituição musical consolidada históricamente mas, que é pouco valorizada pelos orgãos culturais do Estado do Piauí.
Criada em 17 de julho de l875, conforme lei Nº 909 no governo de Delfino Cavalcante de Albuquerque, em princípio foi denominada de Banda de Música do Corpo de Policia da Provincia do Piauí, depois passou a ser Banda da Força Pública do Estado e somente mais tarde veio a nomeclatura "Banda de Música da Polícia Militar do Piauí".
Sua história tem inicio em 1848 na cidade de Oeiras - Pi como banda do estabelecimento dos Educandos Artífices e mais tarde, depois de uma rápida passagem pelo Internato Artistico da Capital, em 1875 foi transformada em Banda de Música do Corpo de Policia. Embora tenha sido transformada em uma banda militar, convivendo a parti de então em ambiente de caserna, a banda de música da PMPI não perdeu sua vocação social e continuou atuando como faz até hoje em meio a sociedade, animando suas festividades sociais e religiosas, fazendo parte da vida das pessoas em seus momentos mais solenes.

OS MESTRES DA BANDA PMPI AO LONGO DE SUA HISTÓRIA
Organizamos nesta pesquisa um resgate histórico inédito dos maestros que foram responsavéis pelas ações da Banda PMPI ao longo de sua história. A lista obedece uma ordem cronologica a medida que os maestros foram se sucedendo no decorrer de sua história como seus legítimos maestros regentes:
  • Ten Pedro Sanches, maestro fundador da banda (1875);
  • Ten Pedro Alcantara Filho, maestro que há conduziu do final do sec. XIX ao inicio do sec. XX;
  • Ten Cornélio Pinheiro, maestro que há conduziu na década de 10 do séc. XX;
  • Cap Tomaz Pedreira, maestro que há conduziu na década de 30 do séc. XX;
  • Cap Sebastião Simplicio, maestro que há conduziu década de 50 do séc. XX;
  • Cel Luiz Santos, maestro que há conduziu na década de 60 do séc. XX;
  • Cel Elizeu Nascimento, maestro que há conduziu na primeira metade da década de 70 do séc. XX;
  • Cap João Aguiar Costa, maestro que há conduziu na segunda metade da década de 70 do séc. XX;
  • Cap Simplicio de Moraes Cunha, maestro que há conduziu na primeira metade da década de 80 do séc. XX;
  • Cap Raimundo Nogueira, maestro que há conduziu na segunda metade da década de 80 do séc. XX;
  • Cap Alziro Rosa, maestro que há conduziu na segunda metade da década de 80 do séc. XX;
  • Ten José Elton OLiveira, maestro que há conduziu na primeira metade da década de 90 do séc. XX;
  • Cap Gonsalo Rodrigues Nobre, maestro que há conduziu na segunda metade da década de 90 do séc. XX;
  • Ten Atenor Aguiar Teixeira, maestro que há conduziu na transição do sec. XX para XXI;
  • Cap Sebastião de Freitas Cunha, maestro que há conduziu no inicio da primeira década do séc. XXI;
  • Cap Isácio dos Santos, maestro que atualmente há conduz.

Video com apresentação da Banda PMPI no XVII Festival de Bandas de Teresina realizado em novembro de 2009.

Banda Lira dos Educandos Artificies


  • A cidade de Teresina desde a sua fundação, sempre manteve em seu convivio uma rica tradicão musical ligada as bandas de música. Um exemplo deste convivio histórico é a Banda Lira dos Educandos Artificies, que foi herdada como um presente da cidade de Oeiras para Teresina.
BANDA LIRA DOS EDUCANDOS ARTIFICIEIS (1847/1873)
O Estabelecimento de Ensino dos Educando Artificies foi criado pelo resolução provincial nº 220, de 24 de setembro de 1847 e foi instalada na cidade de Oeiras - Pi em 24 de dezembro de 1849. Destinava-se a acolher crianças pobres e desamparadas, dando-lhe abrigo, instrução e ensino profissional. Dentre as oficinas de formação técnica ali ofertadas, podemos destacar: marcenaria, serralheria, alfaiataria, sapataria e música através de instrumentos musicais da formação da banda de então.
Após a instalação do Estabelecimento dos Educandos Artificies na cidade de Oeiras - Pi, não demorou para o surgimento da primeira formação da Banda Lira dos Educandos Artificies que logo se integrou ao contidiano da população da antiga capital do Piauí. Com a ocorrência da mudança da capital de Oeiras para Teresina em 1852, todos os orgãos públicos foram transferidos para a nova capital e com isso o Estabelecimento do Educandos Artificies com sua banda de música foram herdados de Oeiras para Teresina.
O professor e mestre de música Evaldo Passos da UFPI, em sua tese de mestrado sobre o movimento bandistico na cidade de Teresina, nos afirma:
  • "A banda de música de Teresina, nasceu sob a orientação politica do poder. Daí a forte dependência histórica que se estabeleceu entre o poder politico e as atividades bandistica".

Pesquisando no livro “HISTÓRIA DE TERESINA” do historiador e pesquisador Piauiense Clodoaldo Freitas publicado pela Fundação Cultural Monsenhor Chaves em 1998, fazemos alguns recortes no que referem-se a atuação da banda de música Lira dos Educandos:

  • "Em 1956, já estabelecido em Teresina, a Escola dos Educandos Artífices com 48 educandos distribuídos em varias oficinas entre eles 16 formam a banda de música que consta de um baixo, um piston, um flautin, dois trombones, duas trompas, quatro clarinetes, um bombo, uma caixa de rufo, uma arvore de campas, um par de pratos e um triangulo. Os educandos músicos demonstram terem tirado proveito com os ensinos do primeiro mestre Manoel Joaquim Barbosa, a quem sucedeu Francisco Frederico Jorge Ribeiro Cavalcante e a este, Clemente Maranhense Freire Lemos”.
  • "Em 1868, já são 23 Educandos que recebem instrução musical participando da banda de música e da orquestra organizada para eventos especiais. As aulas de música são ministradas pelo mestre Matheus Pinheiro de Oliveira e contra mestre Febrônio Ferreira Moraes".

Em 1873 por problemas politicos o Estabelecimento Educandos Artificies foi extinto, mas sua banda teve a continuidade de seus trabalhos garantido em uma rápida passagem pelo Internato Artistico do Sr. João do Rêgo Monteiro quando foi incorporada ao Corpo de Policia da Provincia do Piauí através da Resolução Provincial de Nº 909 de 17/07/1875. Através desta resolução, todos os 20 componentes da extinta banda Lira dos educandos (então banda do Internato Artistico), incluindo seu maestro, o mestre Pedro Sanches, foram incluindos como músico no Corpo de Policia da Provincia do Piauí com a finalidade de formar a banda daquela corporação militar.

  • A Banda Lira dos Educandos Artificies enquanto existiu na cidade de Teresina (1852 à 1875), foi de imenso valor artistico, social e cultural para a nova capital.

Emilio Terraza - Passou Por Aqui

Maestro Emílio Terraza

  • Passou por Teresina, por volta de 1973 o maestro agentino naturalizado brasileiro Emilio Terraza. O renomado maestro, compositor erudito e pianista veio para nossa cidade afim de integrar-se a equipe coordenada pelo maestro Reginaldo Carvalho no recém criado CEPI - Centro de Pesquisas Interdisciplinares.

O maestro Terraza além de desenvolver suas atividades no CEPI ao lado do maestro Reginaldo, também criou e equipou na UFPI, com apoio do então Reitor Camilo Filho, um setor de artes com o objetivo de atender a comunidade não universitária em seu campus da Ininga. Ali diversos cursos de artes foram ministrados nas aréas de música, plasticas e cênica.

Essa iniciativa do maestro Terraza foi fundamental para a posterior criação do curso de Educação Artistica que se efetivou com o vestibular de 1976.

Alguns anos depois, por motivos pessoais o maestro Terraza teve que retornar a Brasilia. No entanto deixou um cronograma de atividades a serem desenvolvidos pela pró-reitoria de administração e de planejamento da UFPI, junto ao setor de artes, que deu continuidade ao seu trabalho.

  • No Piauí, a história acadêmica do ensino da música tem um de seus principais marcos fundantes na implantação do Projeto Piauí, alavancado pelo então Governador do Estado Alberto Tavares Silva no início da década de 1970. É a partir das atividades promovidas pelo Projeto Piauí e com a decisiva atuação de professores de renome nacional que atenderam ao convite do Governador – como: Reginaldo Carvalho, Emílio Terraza, Carlos Galvão e Emmanuel Coelho – é que surgiram as Licenciaturas Curtas na área de Arte e, posteriormente, em 1977, nasceu a Licenciatura Plena em Educação Artística, na UFPI.

SOBRE EMÍLIO TERRAZA:

Emílio Terraza, argentino de Bahia Blanca, residindo no Brasil desde 1959, naturalizado brasileiro, tem sua formação musical em piano, composição e regência, tendo estudado em Buenos Aires, Rio de Janeiro e Paris.

  • Tem intensa atividade junto aos mais diversos campos de atuação tendo sido regente da Orquestra Sinfônica da Universidade de Rio de Janeiro (1959-1964), Conselheiro da Ordem dos Músicos (1962-1968), elaborador de uma estrutura curricular e coordenador do curso de formação de professores do Instituto Villa-Lobos do Rio de Janeiro (1966-1969), professor de música da Universidade de Brasília (1969-1972 e 1975-1993), organizador e coordenador do departamento de artes da Universidade do Piauí (1973/1975).
  • Oficina de Música, criação sua como disciplina e abordagem musical, é uma de suas atividades que desperta interesse no Brasil e no Exterior, motivo pelo qual foi frequentemente convidado a ministrar palestras a respeito. Suas composições recebem a denominação M(úsica) ao invés do tradicional op.(opus). Teve músicas suas representadas nas Bienais de Música Contemporânea do RJ, da 8ª à 12ª.
  • Desde 1968 participou de praticamente todos os encontros de compositores e seminários de educação artística, nacionais e internacionais realizados, e se apresentando diversas vezes como pianista, sobretudo na execução de suas próprias composições. Seu catálogo de obras foi editado pelo Itamaraty. Está aposentado de suas atividades docentes desde 1993.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A Música das Procissões


  • "Convocada toda a tripulação, fez-se um enorme cortejo de mais de 1000 homens. “Cantando em maneira de procissão”. Com os estandartes da Ordem de Cristo bem erguidos à sua frente, os homens seguiram até o local “onde nos parecera melhor fincar a Cruz, para ser melhor vista”. Vários índios logo se juntaram à procissão e ajudaram a carregar a Cruz diante da qual se renovaria o Santo Sacrifício do Calvário".

PS. Pero Vaz de Caminha em sua carta relatando o ato que ficou para sempre imortalizado na história como “A Primeira Missa”).

  • A Procissão está presente como manifestação religiosa do povo brasileiro, do primeiro momento do descobrimento por Pedro Alvares Cabral até os dias atuais.

Segundo nos conta o pesquisador Leonardo Dantas, a presença da banda militar no acompanhamento das procissões fez surgir a necessidade da criação de um estilo de marcha próprio a ser executado durante a realização dos préstitos religiosos. Uma marcha que, diferente do dobrado e da marcha militar, fosse mais lenta, permanecendo o seu andamento de 80 a 100 seminimas por minuto.

Um adamento compatível como o passo das irmandades, devotos e seguidores das procissões. Marchas processionais, marcadas pelas pancadas cadenciadas do surdo e o retinir de pratos, como as operas de Verdi (Aida), Mozart (A Flauta Mágica) e Wagner (Os Mestres Cantores).

As chamadas marchas de procissão continuam presentes no repertório das bandas, militares e civis, executadas com garbo durante o acompanhamento dos préstitos religiosos que acontecem em nossas ruas, podendo ser cantadas com acompanhamento da banda ou simplismente executadas no estilo dos dobrados.

  • Gênero de dificil composição, a marcha de procissão tem como seu principal representante no Estado do Piauí, o mestre de banda e compositor Sebastião Simplicio que nos deixou várias pérolas que são bastante executadas pelas bandas da cidade de Teresina. Dentre as marchas de procissão de sua autoria, podemos citar: Dagmar; Sentimental; Santa Cecilia; Bom Jesus dos Passos; Senhor Morto; Gloria ao Cristo Rei, dentre outras.

O Vidéo abaixo apresenta um destes momentos simbolo da fé do nosso povo: a Procissão de Santo Antonio em Campo Maior - Pi.